José Sócrates presidiu ontem à sua última Cimeira de chefes de Estado e de governo da UE, e resolveu usar o seu inglês técnico cumprimentando-os à chegada com um «hello again». Fiquei deliciado com a frase do nosso 1º ministro. Que eloquência, que charme e que à vontade, perante a fina-flor europeia.
Claro que houve quem tivesse gracejado com o inevitável «long time no see» ou um informal «olá, como estás», mas sempre dentro do maior respeito, claro.
O que caracterizou este derradeiro acto formal do Conselho Europeu sob a presidência portuguesa, foi sem dúvida, o bom gosto demonstrado com as escolhas refinadas, como sejam as 95 caixas com flores vindas expressamente da Madeira que decoraram a sala de reuniões, ou as surpresas para os cerca de 150 jornalistas presentes, que constavam de 124 caixas de bolo-rei e 200 garrafas de Murganheira.
Estes gestos que demonstram o agradecimento e o contentamento de José Sócrates, coincidem com a quadra natalícia, e inserem-se certamente no espírito da época, reflectindo com imenso rigor o crescimento económico deste país, a boa saúde das suas contas públicas, o desafogo e o contentamento das populações.
Apetece dizer, ONCE AGAIN, José Sócrates encara a sua governação com um muito rosado optimismo, que nós não descortinamos, sei lá porquê!
Claro que houve quem tivesse gracejado com o inevitável «long time no see» ou um informal «olá, como estás», mas sempre dentro do maior respeito, claro.
O que caracterizou este derradeiro acto formal do Conselho Europeu sob a presidência portuguesa, foi sem dúvida, o bom gosto demonstrado com as escolhas refinadas, como sejam as 95 caixas com flores vindas expressamente da Madeira que decoraram a sala de reuniões, ou as surpresas para os cerca de 150 jornalistas presentes, que constavam de 124 caixas de bolo-rei e 200 garrafas de Murganheira.
Estes gestos que demonstram o agradecimento e o contentamento de José Sócrates, coincidem com a quadra natalícia, e inserem-se certamente no espírito da época, reflectindo com imenso rigor o crescimento económico deste país, a boa saúde das suas contas públicas, o desafogo e o contentamento das populações.
Apetece dizer, ONCE AGAIN, José Sócrates encara a sua governação com um muito rosado optimismo, que nós não descortinamos, sei lá porquê!
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