Para não dizer que temos
governantes de baixo nível ou de muito mau gosto, os portugueses adoptam o
termo da falta de chá para os caracterizar.
Desta vez foi da China que chegou
a acusação, dirigida a Paulo Portas que terá chegado atrasado a um encontro
importante que teve lugar no consulado de Portugal em Macau, onde estavam, além
de membros da comunidade portuguesa algumas entidades chinesas. Pelos vistos o
vice-primeiro-ministro não levou muito a sério o protocolo, nem os costumes
chineses, chegando atrasado a uma recepção, quando devia ter tido em conta a
possibilidade de imprevistos, e ter antecipado a chegada para não fazer figuras
destas.
Dentro da mesma bitola esteve
também Nuno Crato, quando sem pudor nenhum veio defender em público que não se
podia dispensar mais austeridade para 2014, usando como argumento que para
pagar a dívida total do Estado, todos os portugueses teriam que “trabalhar um
ano sem comer”.
Eu acho que estes governantes
“deviam ir a banhos”, neste caso de chá bem forte como o de Milange, uma zona
planáltica lá da minha terra.
Antiga embalagem dum óptimo chá