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terça-feira, maio 26, 2015

A TEIA QUE ENREDA OS POLÍTICOS



Nos dias que correm é cada vez mais difícil tentar convencer os cidadãos, que os políticos de profissão, estão lá apenas para defender o interesse público, como era suposto. Conhecemos alguns que nem escondem que ingressaram cedo no partido, onde fizeram a sua carreira, e depois foram “patrocinados” por ex-políticos com assento em diversas empresas, para lugares relevantes nos partidos, e depois no poder. A sua experiência no campo laboral e empresarial é apenas a de facilitadores, passando assim a ser contactos importantes entre os diversos interesses do mundo dos negócios.

É assim que chegamos à realidade dos nossos dias em que um ministro diz uma coisa, e logo depois, devido às reacções negativas da sociedade, vem outro ministro a dizer que não é bem assim, antes pelo contrário.

O caso dos cortes futuros nas pensões de reforma é apenas o caso mais actual, mas fica ainda sobre a mesa a descida da TSU, e a utilização de dinheiros da Segurança Social, que nos deixa a todos com a pulga atrás da orelha.

Os cidadãos portugueses devem começar a pensar se querem continuar a ter no poder os do costume, ou se pelo contrário estão dispostos a arriscar na mudança, como está a acontecer na vizinha Espanha, onde as coisas começam a mudar, e os partidos que têm partilhado o poder sofreram derrotas consideráveis.


terça-feira, agosto 05, 2014

A FRASE DE ONTEM



“Mesmo assim, a queda do império que dominava o BES (e muito mais…) é uma verdadeira reforma estrutural que pode proporcionar uma maior independência do poder político face a formas obscuras e insidiosas de poder económico-financeiro não escrutinado. “

António Bagão Félix

É de realçar esta afirmação pelo reconhecimento de que o poder político está e tem estado subordinado ao poder económico, que como se percebe tem muitas facetas bastante negras.