A sociedade que ficou com a TAP,
numa privatização apressada e atabalhoada, é simplesmente estranha porque o
sócio minoritário investe mais capital do que o maioritário, e detém também
mais poder e ficará com 75% dos lucros.
É evidente que o governo
português deve conhecer esta bizarria, e acho estranho que sabendo tenha
efectuado a venda nessas condições. As autoridades europeias ainda terão algo a
dizer sobre o negócio.
O respeito pela legalidade é por
estes dias “uma batata” e quando nos falam do sócio português, que seria
maioritário, e é muito claramente um testa de ferro do minoritário, que não é um
cidadão comunitário. Isto tem tudo para dar errado…
