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sexta-feira, dezembro 16, 2011

A PANACEIA DA CREDIBILIDADE

A Constituição tem sido usada como desculpa para a ineficácia dos governos, que dizem sempre ser necessário alterá-la para conseguirem atingir determinados objectivos.

Passos Coelho vem agora com a sua “regra de ouro” dizer que é preciso inscrevê-la na Constituição, para credibilizar os compromissos assumidos nos pactos de estabilidade e crescimento.

Estranho motivo este, invocado por quem não cumpre os seus compromissos para com os cidadãos deste país, desrespeitando mesmo a Constituição que jurou defender.

As palavras bonitas “tal como as dívidas são para se pagar, os acordos são para se cumprir” ficam bem na boca de quem preza a sua palavra e cumpre as suas promessas, e disso Passos Coelho não se pode gabar nem orgulhar.

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Experiências
By Palaciano
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Humor em Tempos de Crise

quarta-feira, junho 29, 2011

DO DISCURSO À REALIDADE

Os nossos políticos já nos habituaram a discursos politicamente correctos, mas suficientemente “elásticos” para poderem ter diferentes interpretações. É difícil estabelecer a fronteira entre a verdade e a mentira, como convém, mas fica quase sempre a sensação de que o que dizem não é para ser interpretado à letra.

Todos ouviram os discursos de Sócrates e fizeram já o seu julgamento, e agora já ouviram as palavras de Passos Coelho sobre o qual terão que se pronunciar em tempos próximos, porque em breve irão sentir na pele o que ele vai decidir.

A última surpresa, ainda pouco explicada, parece ser um imposto extraordinário para cobrir a derrapagem que se espera no orçamento deste ano, e que parece traduzir-se numa taxa especial no IRS dos contribuintes singulares, cobrada a título excepcional e de uma só vez. Já tinham ouvido falar disto, meus caros?

Outra surpresa, ou talvez não, terá sido a recente declaração de Cavaco Silva que disse que “é fundamental que os portugueses sintam que há justiça na distribuição dos sacrifícios”, já depois de conhecer o Programa deste Governo. Talvez seja oportuno recordar que na tomada de posse do mesmo Governo disse que os portugueses não aguentariam mais medidas de austeridade, e “que há limites” para as mesmas.

Um destes dias até os que votaram nos partidos que agora estão no poder, irão dizer que já basta de austeridade, apenas para colmatar os actos de má governação e sem reflexos nenhuns, positivos, para o bem colectivo. Um dia seremos todos mais exigentes, e saberemos exigir responsabilidades efectivas a quem não tenha cumprido as promessas, ou que tenha sido negligente na condução da causa pública.

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Humor - Enfiar a Carapuça

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Foto - Papoila

sexta-feira, maio 20, 2011

ROBIN COELHO

"Passos Coelho quer taxar os ricos para ajudar os pobres", titula o Diário Económico, falando de um "plano de emergência social". Muito sinceramente não vejo que esta promessa se enquadre na política actual do PSD, nem tão pouco a encaro como uma promessa com hipóteses de vir a ser cumprida, mas cá estaremos para ouvir mais pormenores da boca do candidato, talvez ainda esta noite no debate com Sócrates.

Apetece-me dizer que cada vez mais estes candidatos se confundem na utilização das mesma tácticas, prometendo muito antes de eleições.

Coelho ou raposa?
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Vídeo Alusivo

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

VERDADE OU MENTIRA?

O PSD diz que José Sócrates mentiu, e este diz que o PSD quer, é despedir funcionários públicos.

É difícil dizer quem é que está a dizer a verdade, porque ainda é cedo para se ver o que é que o PS vai fazer, e também porque o PSD ainda não é governo.

O liberalismo de Passos Coelho faz-nos deixar desconfiados, e o seu discurso recente dá-nos todos os motivos para isso, e no que respeita a José Sócrates, já ninguém leva muito a sério as suas afirmações, porque também disse que não aumentava impostos e que não cortava salários e o resultado é o que sabemos.

Entre patrões que só pretendem despedir conforme a real gana de cada um, e políticos que têm discursos manhosos, venha o diabo e escolha.


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Foto - Olhando para cima
By Palaciano

sexta-feira, julho 09, 2010

CURTINHAS

Aumento de impostos – Apesar das promessas eleitorais os portugueses pagam e pagarão cada vez mais impostos, a pretexto da crise, ou simplesmente para que outros paguem menos. Sabemos agora que as retenções na fonte do IRS vão voltar a aumentar e Janeiro de 2011, apesar do aumento sentido a partir de Junho deste ano. Por “acaso”, a banca nacional pagou em impostos referentes a 2009 menos 40% do que no ano anterior, apesar do aumento de lucros. Não gosto deste “socialismo”.

Ajudas estranhas – Enquanto se assiste aos cortes das prestações sociais e ao aumento de impostos, a par do congelamento de salários, há anúncios de ajudas bem estranhas. As Finanças garantem mais mil milhões de euros ao BPN enquanto o Estado português emite dívida pública no valor de 1,5 mil milhões a 14 de Julho. Eu não entendo estas coisas mas duvido que haja uma explicação razoável para o caso BPN.



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Foto sem Espinhos
koenig

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Humor Faminto
ARESTIDES E. H. GUERRERO

BAYRAM HACIZADEH

segunda-feira, outubro 12, 2009

SOSSEGOU, MAS PODE CONTINUAR

Depois de vários meses de poluição eleitoral e de promessas a rodos, eis-nos chegados ao fim deste infernal ciclo eleitoral e ao descanso no que respeita à propaganda.

Não fiquei particularmente agradado com os resultados eleitorais, não sou masoquista, mas sou obrigado a aceitar as decisões da maioria, porque não me sinto inclinado a promover uma revolução, pelo menos por agora.

Também não acho que a situação vá melhorar no país, o que não é novidade dada a minha descrença na pessoa do chefe do próximo executivo, mas cá estarei para dizer o que penso quando começar a nova legislatura.

Sossegado, mas pouco!



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Foto - Em Caso de Emergência...
Sitibundo

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Humor Evolucionista

segunda-feira, janeiro 19, 2009

A ACTUALIDADE

Enquanto por cá assistimos a mais uma greve dos professores, que parece ser a única maneira de se conseguir alguma atenção por parte do Governo, que teima em não recuar e encontrar consensos, na Palestina começou o recuo das tropas israelitas, depois da morte de centenas de inocentes imolados pela teimosia de dirigentes pouco sensatos.


Com as movimentações de Paulo Portas e de José Sócrates no passado fim-de-semana, e os seus discursos inflamados, que poluíram literalmente os serviços noticiosos, fiquei com a sensação de que o pensamento de esquerda predomina nestes senhores, ainda que um clame não ser nada de esquerda. A proximidade das eleições, influencia os discursos, mas após a votação tudo muda, e o contrário é sempre o mais provável, como aliás é apanágio da nossa classe política.


Um pouco por toda a Europa começa a desenhar-se o falhanço da injecção de dinheiros públicos na banca, sem serem criadas novas regras e novas formas de regulação, e a prova é a retracção nos créditos e a exigência de mais dinheiro porque as perdas são muito maiores do que aquilo que nos foi dito. Melhor dito, vamos colocar mais recursos nas mãos de quem “estoirou” com a economia, mantendo as regras que permitiram essa actuação lesiva para todos. Anda tudo doido!


Amanhã toma posse Obama como presidente dos EUA, um homem em que muitos depositam altas esperanças, mas que já teve o cuidado de vir dizer que vai defraudar alguns. Esperemos que saiba defender aquilo que transmitiu nos seus discursos.



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Imagens e Actualidade

(Imagens retiradas da Net)
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Humor - Os muitos "trabalhos" que esperam Obama
Damien Glez

Gary Brookins

quarta-feira, outubro 08, 2008

GARANTIA...

Ao almoço, diante da travessa de cozido à portuguesa, éramos quatro a conversar sobre as últimas do país e do mundo. A conversa, com toda a naturalidade, versou essencialmente sobre a crise que a todos vai afectando e que, dizem os entendidos, pode vir a agudizar-se.

Para começo de conversa devo dizer que eu costumo ser o mais azedo do grupo, quando toca a zurzir em quem manda cá no pedaço e na economia mundial. Não admira que eu tenha aberto as “hostilidades” com a desconfiança perante as garantias de José Sócrates e de Teixeira dos Santos quanto à segurança dos depósitos dos portugueses.

As sensibilidades dos intervenientes é normalmente diversa na maioria dos temas, como diversas são também as actividades dos convivas, que vão desde o reformado (eu) com actividade liberal, ao bancário, o empresário e um quadro de uma grande empresa.

Com alguma surpresa, quanto ao assunto da confiança, o cepticismo é generalizado. O empresário para se aguentar já andou por Espanha, seguiu por Angola e agora anda pelo Dubai para conseguir manter a sua produção, já que as encomendas nacionais diminuíram cerca de 50% no último ano. O quadro superior admitiu que os despedimentos e a diminuição da actividade da sua empresa vão acontecer a breve trecho. O bancário lá veio dizer que o banco onde trabalha enfrenta níveis incomportáveis de crédito mal parado e falta de liquidez, estando agora a fomentar as poupanças e os depósitos a prazo oferecendo tarifas “muito vantajosas” aos grandes depositantes que têm capacidade negocial.

A tudo isto acrescento que as minhas dúvidas quanto às garantias do Governo são fundamentadas pelas declarações de Teixeira dos Santos quando disse que “aconteça o que acontecer, as poupanças dos portugueses em qualquer banco que opera em Portugal estão garantidas”, e quando questionado se a garantia dos depósitos era ilimitada, respondeu “foi o que eu disse”. Horas depois, tudo mudou, e o mesmo ministro veio afirmar que as garantias iam só até aos 50 mil euros, e por imposição da União Europeia, bem fresquinha.

No fundo, o que o Governo diz estar garantido são apenas os bancos “com relevância sistémica”, que convenientemente não precisa quais são, o que não descansa ninguém.



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Fotografias de Estátuas
Angel by Evgenia Belkovich

Estátua-Vaticano by kony

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Humor da Imprensa Nacional
In Público

In Público

segunda-feira, junho 23, 2008

O DISCURSO ELEITORAL

Com a eleição de Manuela Ferreira Leite como líder do PSD, e a um ano das eleições legislativas, PS e PSD começam a alterar os seus discursos com o claro intuito de captarem eleitores.

A pose arrogante de José Sócrates vai começar a esbater-se, e o discurso desgarrado e a várias vozes do PSD, vai mudar tentando tirar o maior partido possível do adjectivo que mais foi usado para promover a nova líder, a seriedade.

Manuela Ferreira Leite, consciente que José Sócrates ultrapassou o PSD pela direita, lança agora um discurso sobre preocupações sociais, que nos tempos de crise que Portugal atravessa, obriga o líder do PS a recuar para as trincheiras mais habituais do Partido Socialista, e não me admira que ainda venha a proferir discursos de Manuel Alegre nos tempos mais próximos.

Começou a caça ao voto, vão suceder-se as promessas de mais emprego, de melhores salários e pensões, vão-se auscultar os parceiros sociais, e o futuro que nos vão prometer, será melhor, muito melhor do que o presente. Uns e outros vão enjeitar culpas sobre a situação difícil que se vive, que vão cair sobre a conjuntura, ou sobre a pesada herança do passado, como se os respectivos partidos nunca tivessem passado pelo poder.

Acredite quem quiser, mas eu continuarei a desconfiar destes senhores e senhoras, já os conheço bem e não tenho boas recordações de nenhuns. Vou continuar a votar em branco, está bom de ver!



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Imagens
2008 3 8 5 by VirusNO1

Up it goes by *bureau22

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Humor Trágico
Victor Ndula
David Horsey

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

PROMESSAS ELEITORAIS

Promessas leva-as o vento


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Fotografia

Tim Holte

Tomasz Dubinski

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Humor e Caricaturas do Brasil

Tarcísio Meira por Rafael Camargo

Fabio Assunção por Rafael Camargo

Ieiê… by Paulinho R. Santos

Tubarão by Dalcio Machado