A União Europeia legislou e está a impor regras, que já foram vertidas para a legislação laboral portuguesa, que alteram profundamente o acto de cozinhar nos nossos restaurantes e estabelecimentos afins.
O caso mais conhecido pelo público em geral é o da colher de pau que foi proibida por ser considerada pouco higiénica e portanto, uma verdadeira ameaça à saúde pública. Mas as regras são muitas mais e vão até à obrigatoriedade de ter os produtos embalados, mesmo os de produção própria.
Curiosamente, ontem mesmo, os representantes dos países que integram a União Europeia, beberam um Porto de 1957, um verdadeiro néctar segundo desabafo de um dos convivas. Aqueles senhores e senhoras, a elite da Europa moderna, sábios e diligentes na governança deste espaço territorial que vão uniformizando apesar das diferenças com que pontuam os seus discursos, não se lembraram, e também ninguém lhes disse, como é que se fazia o vinho em Portugal, nos idos da década de 50 do século passado. Não que isso tivesse prejudicado a qualidade do vinho, ou que a sua saúde tivesse sido beliscada pelo processo de produção do vinho, mas porque com toda a certeza teriam de alterar substancialmente as suas teorias sobre a gastronomia e outras formas de obtenção de produtos tradicionais, que agora estão ameaçadas, correndo mesmo o risco de extinção, devido aos seus excessos legislativos.
O caso mais conhecido pelo público em geral é o da colher de pau que foi proibida por ser considerada pouco higiénica e portanto, uma verdadeira ameaça à saúde pública. Mas as regras são muitas mais e vão até à obrigatoriedade de ter os produtos embalados, mesmo os de produção própria.
Curiosamente, ontem mesmo, os representantes dos países que integram a União Europeia, beberam um Porto de 1957, um verdadeiro néctar segundo desabafo de um dos convivas. Aqueles senhores e senhoras, a elite da Europa moderna, sábios e diligentes na governança deste espaço territorial que vão uniformizando apesar das diferenças com que pontuam os seus discursos, não se lembraram, e também ninguém lhes disse, como é que se fazia o vinho em Portugal, nos idos da década de 50 do século passado. Não que isso tivesse prejudicado a qualidade do vinho, ou que a sua saúde tivesse sido beliscada pelo processo de produção do vinho, mas porque com toda a certeza teriam de alterar substancialmente as suas teorias sobre a gastronomia e outras formas de obtenção de produtos tradicionais, que agora estão ameaçadas, correndo mesmo o risco de extinção, devido aos seus excessos legislativos.
««« - »»»
Actualidade

»»» - «««
Fotografia



