quarta-feira, novembro 08, 2017

MUSEUS E FACTOS



Quando escrevi o post “Museus – reclamações mais habituais”, foi com o intuito de alertar os responsáveis dos museus e o público em geral, para a realidade a que nunca se dá eco na comunicação.

É evidente que se dá mais relevância a uma greve, ou a um qualquer caso de mau atendimento, mas isso não consegue esconder os principais motivos de desagrado, ainda que muito desse desagrado não seja traduzido em reclamações no Livro Amarelo.

Um senhor com responsabilidades num museu, resolveu considerar que o post era ofensivo, e que denegria o seu trabalho enquanto técnico superior, e o dos seus colegas, que fazem tudo o que é possível com os meios que têm à disposição.

Claro que o senhor tem direito à sua opinião, tal como eu, mas não conseguiu negar nenhum dos pontos que eu, e o público, consideramos mais susceptíveis de reclamação. Já que se afirmou como responsável pelo pessoal de vigilância deixo-lhe duas questões, embora conheça as respostas:

- Quais as acções de formação que recomendou fossem ministradas aos vigilantes?
- Quanto tempo empregou a “ajudar” os seus subordinados a desempenhar as suas funções com maior eficiência?

Não tenho qualquer vontade de criticar por criticar, mas é por isso mesmo que acho que para resolver os problemas e encontrar as devidas soluções, é necessário envolver todos, independentemente das suas funções e categorias.



2 comentários:

Elvira Carvalho disse...

´É isso mesmo. Só apontando os erros eles podem ser corrigidos.
Um abraço

Anónimo disse...

Com a desculpa da falta de dinheiro os excelsos técnicos "muito superiores" dos museus e monumentos vão fazendo o que é possível: NADA e sem levantar ondas, não vá alguém lembrar-se de os mandar trabalhar...
Joca