segunda-feira, janeiro 30, 2017

ESGOTOS, RATOS E MAU CHEIRO

O Palácio Nacional de Mafra e a Escola de Armas foram notícia pela abertura ao público dos subterrâneos (esgotos) do palácio na passada sexta-feira à noite, que suscitou muita procura por parte de interessados em conhecer um local que faz parte dos mitos urbanos.

Para os muitos que difundiram estórias sobre os ratos gigantes e albinos que deambulavam pelos subterrâneos do palácio, terá sido uma desilusão, e aqueles que vão construindo narrações fantásticas sobre túneis que ligam o edifício à Ericeira, também não terá sido uma grande oportunidade para desenvolver a ideia.

Deixando de parte os mitos e as divagações, deixo-vos com uma questão mais séria: alguém me pode explicar como é que construíram tão enorme edifício, onde pontua um palácio real, com um tão bem dimensionado conjunto de esgotos (túneis) e não se lembraram de fazer canalizações de água para o andar nobre, de modo a equipar a zona do palácio com água corrente?


Claro que me podem brindar com os diversos pontos de água que existiam, na zona da Basílica, no piso onde existiriam cozinhas (sob os torreões) e no Convento, mas no Palácio Real olhem que ainda não me conseguiram indicar um só, e já investiguei e indaguei bastante.

Deixem de lado o cheiro a esgotos, que esse é mais do que normal porque esses continuam a cumprir a sua função.

Foto do DN

5 comentários:

Anónimo disse...

Fui visitar o palácio e vi tudo muito mal cuidado e sem informação. Os sinos estão mudos.
Joca

O Puma disse...

Os terrorismos não se combatem com terroristas

Anabela Jardim disse...

Não citou o nome do palácio e fica difícil para quem não conhece o seu país, identificar. Boa semana!

José Lopes disse...

O palácio, Anabela, fica em Mafra, uma pequena localidade nos arredores de Lisboa.
Cumps

Anónimo disse...

Meu amigo, olhe que por aí há muita ratazana, desde logo porque é um monumento retalhado por diversos interesses que nunca deixarão que aconteça uma gestão racional e desafogada dum monumento com enorme potencial.
Xico Silva