quinta-feira, junho 16, 2016

FALANDO DE CULTURA E PATRIMÓNIO

Diz-se que as conversas são como as cerejas, e são mesmo. Numa tertúlia nocturna em redor duns petiscos e de um bom vinho, as conversas dos “Irredutíveis” foram dar à Cultura e ao Património, área onde todos nós já fizemos a nossa parte.

O primeiro tema foi o aspecto miserável que tem o Palácio da Ajuda, visto da Calçada da Ajuda, que todos criticamos pois os responsáveis pela Cultura têm vindo a anunciar as obras para terminar o edifício, já há muitos anos, mas até agora, nada.

O segundo edifício a ser alvo de discussão foi o novo Museu dos Coches, cuja forma é discutível, mas que não dá o brilho necessário às viaturas, por falta dum projecto museológico que estava prometido para a segunda metade de 2015, e ainda não existe. Claro que se falou também no mau estado do museu antigo, com as janelas em tão mau estado que até dá dó.

O terceiro edifício a entrar na conversa foi o Palácio de Queluz, onde apareceram os andaimes e a notícia de que as fachadas vão ser todas, alvo de recuperação e de pintura em azul, que terá sido a cor anterior ao incêndio de 1934.


A discussão terminou com as inevitáveis comparações entre a gestão privada da Parques de Sintra e a gestão pública do Ministério da Cultura. Onde todos concordaram foi na oportunidade perdida para revitalizar a zona de Belém/Ajuda, por causa de egos e protagonismos, deixando tudo na mesma, demonstrando-se assim que há quem muito critique, mas quando é necessário provar com obras, quase todos ficam nas covas…

 Fotos da reconstrução do Palácio de Queluz depois do incêndio de 1934.



2 comentários:

Elvira Carvalho disse...

Sempre assim foi. Criticar qualquer um faz. Fazer, dá um trabalhão...
Abraço

O Puma disse...

Por cá o país vibra

já tem um ponto