sábado, junho 21, 2014

AS "EXTERNALIDADES NEGATIVAS" DE MOEDAS



Em economia pode definir-se "externalidades" como efeitos laterais de uma decisão sobre aqueles que não participaram dela. É tido como verdadeiro que existe uma externalidade quando há consequências para terceiros que não são tomadas em conta por quem toma a decisão.

Por estas definições genéricas pode inferir-se que os portugueses na generalidade foram vítimas de externalidades quando a troika e o governo tomaram medidas que não tiveram em conta as consequências de causar desemprego, perda de direitos, diminuição de rendimentos e aumento da pobreza à generalidade dos portugueses.

Ao Estado cabia criar ou estimular a instalação de actividades que constituíssem externalidades positivas, como a educação e a investigação, impedindo a geração de externalidades negativas, criando sanções legais para quem causou a crise, baixando os impostos e concedendo subsídios a quem deles necessitasse.

É evidente que tem sempre algum efeito debitar uns quantos conceitos em economês, e até lá faltou o Teorema de Coase para definir bem o pensamento de Carlos Moedas, mas a realidade é cruel, e demonstra que o caminho seguido foi errado, e o resultado é bem mais negro, especialmente para quem não assiste ou participa nestes eventos com discursos vazios.

2 comentários:

Anónimo disse...

Moedas debita discursos mas nada percebe da economia real. A teoria e a realidade estão cada vez mais separadas...
Bjos da Sílvia

maceta disse...

um manga de alpaca ridículo e perigoso...