quarta-feira, janeiro 29, 2014

A MÚSICA E O IDEALISMO

Depois da morte recente de Pete Seeger, voltou a falar-se da validade de ser usada a música como arma política, ou da sua simples inutilidade. Para mim discutia-se se valia a pena ser idealista, ou se quiserem, se as utopias estão sempre condenadas ao fracasso.

Num país onde o fado é considerado a canção nacional, muitos gostariam que os idealismos e as utopias se vergassem ao destino, e que não houvesse resistência ao que os mais fortes pretendem impor, mas nem todos aceitam isso.

A música tem marcado as diversas épocas, as tendências do pensamento e até as mudanças políticas, e podia falar do Léo Ferré, do Zeca Afonso, do Live Aid, do Woostock e de muitos outros eventos e cantores que a História registará para sempre.

Pela música e pela mensagem nela contida consegue-se mobilizar, alertar e passa-se a mensagem e isso é algo que não se pode tentar menorizar.

Pete Seeger ficará para sempre na memória de quem seguiu a sua obra, bem ao contrário de muitos que desvalorizam o poder da música como arma política.    

4 comentários:

São disse...

Continua a pensar que "a cantiga é uma arma", embora não com a força que se pensava.

Paz para Pete !

Abraço

São disse...

ERRATA:

Continuo

Gilberto Fernandes Teixeira Teixeira disse...

A cantiga continua embora mais frágil. Paz para Pete!

MARIA disse...

É verdade! A cantiga continua frágil assim como a consciência social!