domingo, dezembro 01, 2013

PROMESSAS E SENSIBILIDADE SOCIAL



Nestas coisas de dificuldades económicas a nível nacional temos abordagens diferentes em diferentes países, e Portugal não sai propriamente bem na fotografia.

Em geral só se ouve falar da Grécia como o pior exemplo e da Irlanda como o melhor exemplo, dum país que sabe para onde quer ir, e que soube sacudir com o jugo da troika que asfixiava a economia do seu país.

Menos mediático tem sido o caso da Islândia, não só porque bateu o pé aos credores, afirmando que primeiro havia que tratar da economia a nível interno, e depois de a ter feito funcionar então se começaria a pagar aos credores, que também tinham responsabilidades na crise Islandesa.

Na Islândia, onde os políticos foram confrontados com a sua responsabilidade na crise, os políticos tiveram que mostrar a sua sensibilidade social nos programas eleitorais, e agora os eleitos, já no governo, honram a sua promessa de cortar até 24.000 euros nos empréstimos das famílias, usando dinheiros dos impostos sobre os fundos de gestão e dos bancos, que faliram durante a crise de 2008.

Traduzindo por miúdos temos que serão os credores a pagar uma parte da crise, e não só os cidadãos que já foram chamados a pagar o seu quinhão.



1 comentário:

Anónimo disse...

Portugal não é como a Grécia, não é como a Irlanda e muito menos como a Islândia...
Bjos da Sílvia