sábado, novembro 23, 2013

AS REGRAS NUM ESTADO DE DIREITO



Depois da manifestação das forças policiais que culminou na subida da escadaria da Assembleia da República, sem originar qualquer violência e sem colocar em risco fosse quem fosse, foi interessante ouvir os representantes dos partidos da maioria e o ministro das polícias.

A condenação do gesto simbólico dos polícias que se manifestaram foi em todos os casos baseada na necessidade de serem cumpridas as regras dum Estado de direito, que os polícias não teriam cumprido ao ultrapassarem as barreiras.

Os representantes do PSD, do CDS e o senhor ministro falam nas regras do Estado de direito, mas curiosamente não respeitam a Lei Fundamental do país, a Constituição Portuguesa, como tem acontecido sucessivamente com os Orçamentos de Estado e outras medidas que o Tribunal Constitucional teve de chumbar nos últimos tempos.


3 comentários:

Jorge P.G disse...

"Faz o que eu digo, não faças o que eu faço" parece ser o lema destes vendilhões.

São disse...

Para esta cambada a quem a maioria do "bom povo português" ofereceu cegamente o Poder, o Estado de Direito só existe quando defende os seus interesses e nada mais.

E como o reformado algarvio já afirmou publicamente que um país normal só tem eleições de quatro em quatro anos e que temos que aguentar tudo porque os credores , qua final não são os excelentes amigos que Passos, Catroga e afins apregoavam,sentem-se perfeitamente à vontade, obviamente!

Bom fim de semana

Anónimo disse...

Num Estado de direito as ofensas à Constituição e as pressões sobre o Tribunal Constitucional já teriam originado a demissão do governo, mas com a rainha de Inglaterra em Belém, eles só saem à paulada...
Bjos da Sílvia