quinta-feira, fevereiro 16, 2012

A MOBILIDADE GEOGRÁFICA

Este governo perdeu definitivamente o tino e na sua cavalgada para a destruição dos serviços públicos e dos funcionários, lança mão de todos os expediente possíveis e imaginários.

Não bastavam os cortes nos subsídios de férias e de Natal, que eram justificados pelas diferenças entre o estatuto dos funcionários públicos e o dos privados. Agora dizem que é imperioso igualar os dois regimes laborais, ficando por perceber se isso também vai significar iguais cortes no sector privado.

Mas não estando ainda contentes, já imaginam a mobilidade geográfica decidida unilateralmente sem a concordância do trabalhador. Falta virem ainda dizer que existe qualquer tipo de correspondência no sector privado, e igual dispersão territorial.

Não admira que não existam propostas de estímulo à mobilidade geográfica, e também as suas limitações. Não sei se alguém acredita que os funcionários públicos obrigados a esse tipo de mobilidade, vão auferir de subsídios iguais aos dos senhores deputados e senhores ministros, e se terão direito a atribuição de casa como acontece com os magistrados.

Os nossos governantes ainda não têm à mão nenhum estudo concreto das reais necessidades de recursos humanos dos serviços, e já se precipitam para legislar avulsamente, com um propósito claro de se descartarem do maior número de funcionários possível, infernizando-lhes a vida e desmoralizando-os.




O Burro e o Idiota

4 comentários:

Graça Pereira disse...

Prefiro o burro...
O governo parecem baratas tontas, sem saberem por onde se meterem e só descansarão quando não houver, pedra sobre pedra! Uma tristeza,
Abraço
Graça

elvira carvalho disse...

Pois eu também prefiro o burro.
Um abraço

C Valente disse...

Quanto mais este governo e partidos que o apoia fala, mas transparente se torna as suas más intenções
Bom fim de semana com saudações amigas

Kruzes Kanhoto disse...

Ganda badalhoco!