sábado, novembro 12, 2011

O EXEMPLO QUE VEM DE CIMA

Já aqui mostrei o meu desprezo pelos maus políticos (muitos, não todos) que temos, mas nunca é demais voltar ao tema.

O debate do Orçamento de Estado 2012 na generalidade terminou mais cedo, ainda antes do almoço, porque alguns senhores deputados tinham pressa em voltar aos seus círculos eleitorais, segundo foi comunicado pela senhora presidente da Assembleia da República.

Esta situação absolutamente caricata, televisionada para todo o país, só foi contestada pelo líder da bancada do PCP, o que também deixa algumas questões pertinentes por responder.

O governo que vai propor o fim de quatro feriados, a bem da produtividade nacional, ficou incomodado pela contestação do PCP, bastou ver a cara do 1º ministro, é o mesmo governo que quer forçar o aumento do horário de trabalho em meia hora.

Os partidos que suportam o governo, e que portanto suportam a sua política, também ficaram caladinhos, deixando até por utilizar o tempo à sua disposição, que bem podia ter sido utilizado para esclarecer mais os eleitores que tinham a oportunidade de seguir em directo e em diferido o debate.

Perante exemplos destes como é que a nossa classe política não quer ser olhada com a maior desconfiança por parte dos cidadãos? Os seus exemplos são os piores, e não se ficam apenas por meros horários, fiquem bem cientes.

««« - »»»
Foto Sugestiva
Let's go just do it by Tomo Radovanovic
««« - »»»
Humor Comilão

3 comentários:

São disse...

Também assisti a esse triste espectáculo!

Mas as pessoas ou se abstêm ou continuam votando em Cavaco, PS E PSD/CDS...

Bom fim de semana

Anónimo disse...

Caso INSÓLITO
Diretor e Presidente de Conselho Executivo/ Diretivo há mais de 20 anos com progressão na carreira como se fosse licenciado sem o ser.
O atual Diretor do Agrupamento de Escolas Dr. João de Araújo Correia, recentemente eleito -16 de julho de 2011- apresentou-se a concurso, como sendo licenciado em Produção Animal na IUTAD quando, afinal, se verificou que nunca completou a licenciatura que diz ter.
De acordo com o Regulamento eleitoral para o cargo de Diretor, aprovado, por unanimidade, pelo Conselho Geral Transitório, os candidatos que prestassem declarações falsas seriam excluídos automaticamente do concurso. A Comissão que acompanhou e verificou todo o processo eleitoral, na sua boa fé, não verificou se o candidato tinha ou não feito declarações falsas; aceitou-as como verdadeiras e, por isso, considerou que o ex Presidente da Comissão Administrativa Provisória, ex Diretor do Agrupamento vertical de Peso da Régua, ex Presidente do Conselho Diretivo/Executivo, reunia as condições para ser candidato a diretor do Agrupamento, vindo a ganhar a eleição com 12 votos contra os 9 que o seu opositor teve, no órgão que o elegeu - o CGT.

Faça-se JUSTIÇA!!!!!

Anónimo disse...

E aquela gente é lá exemplo para alguém?
Bjos da Sílvia