sexta-feira, junho 17, 2011

CURTINHAS

Avaliação – Há relativamente pouco tempo ouvimos e lemos declarações de muitas pessoas que zurziram o programa das Novas Oportunidades, falando de facilitismo e até de fantochada. Agora veio a lume o caso do “copianço” dos alunos do CEJ, que até tinha sido “resolvido” com a atribuição da nota 10 a todos os alunos. Fiquei agora a saber que o teste em causa era do “tipo americano”. Onde estão agora os críticos das Novas Oportunidades?

Privatização – Já se sabia que a troika apresentou um plano de privatizações onde estavam incluídas diversas empresas como a TAP e os seguros detidos pela CGD. Passos Coelho veio agora afirmar ao Finantial Times que quer ainda ir mais além do que está previsto no memorando, privatizando parte da RTP e das Águas de Portugal. Gostava só de saber se Passos Coelho conhece muitos exemplos de privatização das águas, da rede eléctrica nacional ou dos transportes ferroviários por essa Europa fora, com sucesso e vantagens para os utentes, porque eu não conheço.

««« - »»»
Foto de Flor

««« - »»»
Humor Fotográfico
Bob Englehart

6 comentários:

Pata Negra disse...

Nessas coisas esquecem-se dos exemplos da europa! Haja verdade e tirem a máscara, o próprio governo deve ser privatizado porque, ele sim, é um instrumento dos grandes grupos privados deste país!
Privatizam o governo e nacionalizam o Paulo Portas!
Um público abraço

C Valente disse...

Saudações amigas e bom fim de semana

C Valente disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
zeparafuso disse...

A passos de coelho....também não vamos longe.
Bfs

opolidor disse...

espero que façam bom negócio porque a seguir só têm estacas para vender...
abraço

one hundred trillion dollars disse...

uma privatização das águas de Portugal há 10 anos ou há 20

resolveria o problema da subsidência dos terrenos desde as Laranjeiras ao Campo Grande

o preço baixo da água em Lisboa
levou a desperdícios gigantescos de água

e a custos de prospecção cada vez mais onerosos

os netos de vocências vão continuar a esvaziar barragens a centos de km's e a abrir furos de 200 metros que afundam uns milímetros por ano largas áreas de Loures e Lisboa