terça-feira, setembro 28, 2010

CREDIBILIDADE, ONDE MORAS?

A má situação económica que o país atravessa tem originado declarações de diversos políticos deste país, e muitos deles ocupam ou ocuparam cargos de grande relevância. Uns a favor disto, outros a favor daquilo, uns contra os outros, muito poucos com propostas concretas e com uma previsão temporal quanto aos prazos necessários para se alcançar o equilíbrio.

É com alguma incredulidade que se ouve dizer que os portugueses estão agora mais confiantes no futuro da economia, quando tudo aponta para um maior aperto do cinto, que já começou a apertar-se há pelo menos uma década.

Estou em crer que os estudos optimistas são encomendados à medida, porque não creio que as instituições ou empresas contratadas não podem ser assim tão incompetentes para apresentarem resultados de todo impossíveis.

As encomendas vão por vezes longe de mais, veja-se o caso da apresentação, em Lisboa, do estudo da OCDE, exactamente antes da apresentação do Orçamentos de Estado para 2011, e as declarações públicas de um técnico que até dá conselhos políticos aos portugueses.

Vivemos num país formidável, onde a verdade é rara, a honestidade anda arredada, a Justiça prima pela ausência, e a responsabilidade desapareceu por completo. Onde param os malandros que nos mergulharam neste buraco? Cá fora, e a dar palpites… errados tenho a certeza. 

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Foto - Lisboa
O Chiado by Palaciano

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Humor Russo
O Estratega

Lady Cocó

3 comentários:

São disse...

Ainda haverá alguém que venha recomendar a Portugal o regresso à escravatura e a eliminação física dos funcionários /as do Estado. Já faltou mais...
Uma noite serena.

Anónimo disse...

Todas as medidas que possamos sugerir são sempre simbólicas, na boca deles, porque mexem com os seu privilégios e com as negociatas dos seus amigos.
Como podem esles assumir responsabilidades se ainda chupam na teta apesar dela já estar muito mirrada. Enquanto der, eles não a largam!
Lol

AnarKa

Anónimo disse...

Quanto gastaram para esse mexicano vir dizer o que lhes convinha? É que eu sou das que pagam as facturas.
Bjos da Sílvia