Muitas vezes quando falamos dos poderes existente tendemos a situar a comunicação social (ou pelo menos parte dela) numa margem, e o poder político do outro lado. Nós tendemos a imaginar que os poderes se equilibram, como acontece com a natureza, mas infelizmente a realidade é diversa.
Quando começamos a constatar que a comunicação social deixa de confrontar o poder político e se limita a dar eco de comunicados dos gabinetes ministeriais, deixando de fazer jornalismo de investigação, então algo começa a estar profundamente errado.
Em Portugal a comunicação social já atravessou diversas fases, mais e menos intervenientes ou críticas, mas foi existindo sempre quem fizesse soar a sua voz quando o poder político ía longe demais, ou quando não assumia as suas responsabilidades e compromissos tomados perante os cidadãos. Como estamos hoje?
A minha interrogação pode parecer estranha, mas tenho-me debruçado várias vezes sobre isto, e o caso da TVI, que é bastante actual, não me deixou mais sossegado, pelo contrário.




5 comentários:
Oi Guardião!!!
O Jornalismo de Investigação é fundamental em todas as democracias, quando deixa de confrontar o poder polítivo, estar errada sim.
Abraços
Ângela
O humor museológico é mesmo fúnebre, mais ainda do que em relação à política lusa, ou talvez por causa dela, que se aproxima do vómito.
Lol
AnarKa
Boa tarde, Guardião!
Quero agradecer-lhe, em nome da organização da blogagem colectiva Aldeia da minha vida, por ter participado, na qualidade de leitor , eleitor e pelo seu contributo para o sucesso da mesma.
Dia 30 de Junho serão publicados os resultados.
Até lá, um bom fim de semana!
Susana Falhas
Para um comunicação social fraca uma blogosfera forte. Força Guardião!
O apetecível domínio sobre a comunicação social dispondo assim da propaganda necessária à promoção dos medíocres que se acantonam junto ao poder político.
Bjos da Sílvia
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