sábado, janeiro 19, 2008

MARAVILHAS

O Coliseu de Roma – Fica naturalmente em Roma e tinha uma capacidade de cerca de 50.000 pessoas e 48 metros de altura. É bastante conhecido o tipo de utilização que lhe foi dado inicialmente, mas também foi usado para habitação, sede de ordens religiosas e até como templo cristão. Embora hoje esteja em ruínas, é um símbolo da grandeza do antigo Império Romano e uma das maiores atracções turísticas de Roma.




O Colosso de Rodes – Era uma estátua de bronze de trinta metros, representando o deus do sol grego. Qualquer embarcação que se dirigisse ao porto de Rodes passava obrigatoriamente sob as pernas desta estátua que terá demorado doze anos a ser esculpida. Foi considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo e esteve de pé durante pouco mais de cinquenta anos, tendo sido derrubada por um terramoto. O seu autor foi o escultor Carés, que se suicidou após a terminar desgostoso pelo pouco reconhecimento público.


7 comentários:

Vieira Calado disse...

Estive lá, ao pé.
E digo-lhe, foi para mim
uma grande emoção.
Um abraço.

São disse...

O colosso de Rodes não vi, claro.

O Coliseu gostaria de voltar a ver!

Feliz fim de semana.

david santos disse...

Olá Guardião!
Mas que maravilha de postagem!
You are master!
Adorei tudo. Parabéns e tem um bom fim-de-semana

MARIA disse...

Guardião...

Que maravilha "volare" até ao tempo do Coliseu vivo , perante a imagem e a lembrança de sonho desta imagem e das suas palavras.
Post mágico !
Obrigado.
Beijinhos

Maria

quin[tarantino] disse...

Imponente monumento que perdurou para além dos limites temporais de um império.
O colosso, esse, finou-se!

A. João Soares disse...

Um bom post, com divulgação de cultura e de história. O suicídio do escultor Carés, autor o Colosso de Rodes, devia fazer reflectir aqueles que actuam apenas pela fama, como muitos políticos (e não só) vaidosos que se pavoneiam à procura de visibilidade, de notoriedade. Essa dependência dos outros pode trazer a catástrofe, o suicídio ou outros males ainda piores.
Tal não acontece a quem trabalha por prazer perante si próprio, a sua consciência, sem necessitarem de aplausos alheios.
Um abraço

Tiago R. Cardoso disse...

excelente, dois bons momentos culturais.